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14/10/2019

Goulart defende fim da saída temporária de presidiários em datas comemorativas que tenham ligação direta com o fato criminoso

Publicado em 12/08/2019

Dia dos Pais, é a data que é motivo de alegria e comemoração em todo o país também levanta uma questão muito desagradável que é a saída temporária de presidiários acusados

Dia dos Pais, é a data que é motivo de alegria e comemoração em todo o país também levanta uma questão muito desagradável que é a saída temporária de presidiários acusados por crimes muitas vezes cometidos contra o próprio homenageado como é o caso do casal Manfred e Marísia von Richthofen assassinados pela própria filha Suzane von Richthofen e o caso Alexandre Nardoni que matou a filha Izabella Nardoni com a ajuda da madrasta Ana Carolina Jatobá. Os três foram beneficiados com a “saidinha” benefício concedido em diversas datas comemorativas, dentre elas o Dia dos Pais.

“Concordo com a colocação do Padre Fábio de Melo que gerou grande repercussão ‘de que a ‘Saidinha' deveria ser permitida somente no Dia de Finados, para que visitassem os túmulos dos que eles mataram', por isso mesmo enquanto Deputado Federal fui autor do Projeto de Lei 8872/2017 que visa tirar o benefício da saída temporária em datas comemorativas dos presidiários que cometeram crimes contra pai, mãe, filhos e cônjuges, ou seja que tenham ligação direta com o fato criminoso: Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, ou em feriados que implique em reunião familiar, como é o caso do Natal”, ressalta Antonio Goulart.   

Além de ser contraditório conceder a liberdade temporária em datas comemorativas para quem cometeu crime contra o próprio homenageado, esse benefício contribui ainda mais para o aumento da insegurança e criminalidade já que muitos presos aproveitam a “saidinha” para cometer outros crimes e alguns deles acabam não voltando para a cadeia. “Dados estatísticos do Estado de São Paulo mostram que somente no ano de 2016 cerca de 33 mil presos deixaram os presídios em feriados e 1.500 não voltaram. O PL 8872/2017 precisa ser aprovado para que possamos reparar na lei uma injustiça contra os cidadãos”, defende Goulart.   

 

 

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